Aqui um texto introdutório sobre o que irá tratar a cartilha, é interessante que tenhamos um texto para estudante e outro para professores.

O desafio,

a superação e a recompensa

desafio:

“O aluno motivado a aprender tende a perceber as tarefas a realizar como um convite a conseguir algo, como um desafio” (Tapia e Fita, 2004, p.31): 

SUPERAÇÃO:

As atividades mais desafiadoras são também as que contêm em si mais possibilidades de superação.

Recompensa = Avaliação

As definições das atividades devem ser como objetivos muito bem delimitados, que permitam que as/os estudantes saibam por onde estão caminhando e exatamente onde devem chegar e quando/se lá chegarem qual será a recompensa: uma nota máxima; a possibilidade de ver seu trabalho finalizado; a admiração das/dos colegas e das/os docentes; uma determinada premiação; o sentimento de auto realização pelo próprio aprendizado; enfim, cada um destes ou vários deles.

 

A liberdade é indispensável para a formação dos/das estudantes, cabe o/a docente, apenas auxiliar para que esses possam desenvolver sua liberdade e a consciência de seu inacabamento, para assim se tornar um ser ético.

Um grande desafio para as/os docentes pode ser a fronteira entre a liberdade e a licenciosidade. Vamos fazer você refletir, pense em que no décimo andar de um prédio colocamos uma cadeira a menos de um metro da parede, seria possível passar horas observando a paisagem, pode se considerar inclusive que seria uma ambiente inspirador. Agora imagine que de repente a parede some, estamos então a menos de um metro de uma queda de muitos andares, a tensão torna quase impossível a apreciação da paisagem e gastamos boa parte da nossa energia tentando achar formas de nos sentirmos seguras/os. A parede nesta história poderia servir como uma analogia ao limite. O limite é necessário para a segurança, ser licencioso é negligenciar os limites necessários à liberdade, abusar dessa. Uma/um docente que não se propõe a estabelecer limites pode ser considerada/o negligente com suas/seus estudantes.

A liberdade é essencial para o desenvolvimento e resultado de um bom trabalho, porém ser licencioso pode colocar em risco todo esse processo de construção e realização.

Pensamos então um jogo de futebol, no qual esse jogo é o processo de aprendizagem. O campo é a sala de aula, que é nosso universo. No entanto não podemos esquecer que esse “campo” deve integrar e estimular a/o estudante, fazendo-a/o sentir-se participante do jogo.

Em contrapartida, temos o não universo quando os/as estudantes ficam sujeitos/as à ordens. Ou seja, uma sala de aula que não possui uma relação recíproca de comunicação entre o/a docente e os/as estudantes, caracteriza o não universo, isto é, no momento que o/a docente assume o papel de ordenar os conteúdos não permitindo a participação ativa das/dos estudantes.

- “O jogo é uma forma específica de atividade, como “forma significante,” como função social”

- “todo jogo se processa e existe no interior de um campo previamente delimitado”.

(HUIZINGA, 2000)

a informação a ser comunicada as/os estudantes, com a intenção de modificar o seu pensamento ou comportamento para melhorar a sua aprendizagem (Shute).

ausência da correção
das atividades realizadas pela/o aprendiz (Shute).

é algo que um indivíduo tem por possuir determinado conhecimento, está ligado à liderança, a uma hierarquia, no momento em que essa liderança desconsidera a opinião do outro, passa a ser autoritarismo. 

“No fundo, o essencial nas relações entre educador e educando, entre autoridade e liberdades, entre pais, mães, filhos e filhas é a reinvenção do ser humano no aprendizado de sua autonomia (Freire)”

O teste a seguir foi realizado com objetivo de proporcionar um feedback para o/a docente em relação aos seus métodos de ensino. Para esse ser eficaz, é ideal ser aplicado primeiro para os/as estudantes e depois fazer uma comparação do seu resultado encontrado aquele indicado nas respostas dos/das estudantes.

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